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Diário do Legislativo

Edição nº 7134

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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2026 Ano XXXV - N° 7.134 Ireuda cobra rigor após assassinato de professora Vereadora classifica crime como feminicídio e defende políticas de prevenção e proteção às mulheres LEIA MAIS NA PÁGINA 2 A vereadora Ireuda Silva (Republicanos) manifestou pesar e in- dignação com o assassinato da professora de Direito e escrivã Juliana Mattos de Lima Santiago, morta por um aluno dentro de sala de aula, em Porto Velho. Para a parlamentar, o caso reúne elementos de feminicídio e revela a escalada da violência con- tra mulheres, inclusive em ambientes considerados seguros. Ireuda cobrou rigor na apuração, punição do responsável e reforço das po- líticas públicas de prevenção, saúde mental e proteção às mulheres. Foto: Internet 2 Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2026 Ano XXXV N° 7.134 A vereadora Ireuda Silva (Republicanos) mani- festou profundo pesar e indignação diante do assassinato da professora de Direito e escrivã da Polícia Civil Juliana Mattos de Lima Santiago, que cresceu em Salvador, morta a facadas por um aluno dentro de uma sala de aula do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), em Porto Velho, Ron- dônia. O crime, que repercutiu em todo o país, foi cometido pelo estu- dante João Cândido da Costa Júnior, de 24 anos, preso em fla- grante. Segundo informações da polícia, a arma utilizada no ata- que, uma faca, foi encontrada no local e recolhida pelos agen- tes. Em depoimento, o acusado confessou o crime e afirmou que a faca havia sido entregue pela própria professora dias antes do ocorrido. Para a vereadora Ireuda Silva, o caso reúne todos os elementos de um feminicídio, evidenciando a escalada da violência contra mulheres, inclusive em espaços que deveriam ser de segurança, como instituições de ensino. “É estarrecedor que uma mulher seja assassinada no exercício da sua profissão, dentro de uma sala de aula. Juliana foi vítima de um crime brutal que não pode ser tratado como um episódio isolado, mas como parte de um cenário alarmante de violência de gênero no nosso país”, afir- mou. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que o Brasil registra, em média, mais de 1.300 feminicídios por ano, o que significa que, a cada dia, pelo menos três mulheres são mortas apenas por serem mulhe- res. Em muitos casos, os crimes são cometidos por pessoas do convívio da vítima, em ambien- tes considerados seguros, o que reforça a necessidade de políti- cas públicas eficazes de preven- ção e responsabilização. Ireuda Silva também cobrou rigor na apuração e punição do res- ponsável. “É fundamental que a Justiça atue com firmeza e cele- ridade. Não podemos permitir que mais um feminicídio caia na banalização ou na impunidade. A responsabilização é essencial para que outras vidas sejam pre- servadas”, destacou a parlamen- tar. A vereadora ressaltou ainda a importância de fortalecer ações de prevenção à violência, saúde mental e proteção às mulheres, além

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