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Câmara Municipal de Salvador Diário Oficial Entrar
Diário do Legislativo

Edição nº 7227

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Quarta-feira, 1º de Julho de 2026 Ano XXXV - N° 7.227 Câmara celebra o Dois de Julho Vereadores vão participar dos atos cívicos em homenagem aos heróis da Independência da Bahia LEIA MAIS NA PÁGINA 3 A Câmara Municipal de Salvador participa, nesta quinta-feira (2), das celebrações do Dois de Julho, data que marca a consolidação da Independên- cia do Brasil na Bahia. Com o tema “A libertação da Bahia”, a programação deste ano destaca a preserva- ção do patrimônio histórico e reúne atos cívicos, manifesta- ções culturais e homenagens aos heróis da Independência. Foto: Reginaldo Ipê 2 Quarta-feira, 1º de Julho de 2026 Ano XXXV N° 7.227 A vereadora Marta Rodri- gues (PT) criticou, nesta terça-feira (30), a gestão do prefeito Bruno Reis na área da educa- ção pública. Para a parlamentar, a rescisão do contrato para con- clusão da Escola Municipal do Curralinho, no Stiep, destinada ao atendimento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), poucos dias após o fecha- mento da Escola Municipal do Rio Sena, “escancara o desres- peito da Prefeitura com estudan- tes, famílias e com o dinheiro público”. Marta classificou a deci- são como mais um “vexame” da gestão, criticou a falta de trans- parência e cobrou que o Execu- tivo apresente imediatamente um cronograma para a conclusão da escola, além de esclarecer os motivos da rescisão contratual. “É um absurdo. Em pou- cos dias, a Prefeitura acumula mais duas vergonhas na educa- ção. Primeiro, fecha uma escola e agora rescinde o contrato de outra que alimentou, durante anos, a esperança de milhares de famílias atípicas. Já são três anos de uma obra atrasada”, cri- ticou. A vereadora afirmou ainda que o contrato, assinado em 2022 com promessa de entrega em 2023, foi encerrado sem qual- quer explicação pública, trans- parência ou respeito às famílias que aguardavam a conclusão do equipamento destinado às crian- ças com TEA. “Fizeram propaganda dessa escola como se fosse um pre- sente da gestão, quando cons- truir escolas é uma obrigação do poder público. Agora, deixam essas famílias desamparadas até na esperança. É inacreditá- vel”, declarou. Segundo a parlamentar, o episódio ultrapassa os limites da capital baiana. “Esse vexame não fica restrito a Salvador. A Bahia inteira assiste ao aban- dono da educação na capital”, afirmou. RIO SENA Para Marta, a Prefeitura acu- mula problemas na educação, e a situação tornou-se insustentá- vel. “Recentemente, fechou uma escola no Rio Sena, um dos bair- ros mais populosos do Subúr- bio Ferroviário, atingindo dire- tamente famílias e crianças da periferia. É sempre a população mais pobre que paga a conta. Basta lembrar também da crise do Pé na Escola, programa ques- tionado pelo Ministério Público da Bahia e pelo Ministério Público Federal, deixando milha- res de famílias apreensivas por- que dependem desse benefício, que já é insuficiente”, afirmou. A vereadora disse ainda que a sociedade não recebeu explica

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